“É professora,
palestrante e teimosa. Idealizadora do site ¨Entrelinhas Literárias¨, tem a
péssima mania de transformar em textos palavras que não deveriam ser ditas.”
“Apenas me
demoro mais observando as coisas...você não?”
Fernando Pessoa é um dos maiores
poetas da Língua Portuguesa e ainda hoje é revisitado frequentemente porque sua
poesia, tanto na talentosa forma que se expressa quanto nas ideias que veicula,
ainda se mantém atual. Entre as muitas leituras possíveis, debruçamos o olhar
sobre uma possível concepção da idéia de Deus na sua obra, que rompe com as
construções religiosas vigentes e enaltece a identificação e o carinho por uma
imagem mais humana do divino, talvez preenchendo uma lacuna do coração humano
atual.
Fernando Pessoa, através
de um dos seus heterônimos ( Álvaro de Campos), criou um dos poemas mais
contundentes em termos de consciência das fraquezas humanas: “Poema em linha
reta”. O eu lírico surge como alguém que não se encaixa na vida justamente por
ser humano demais para viver em um mundo de gente asséptica e perfeita.
Marcelo
Vinicius está sempre aprendendo, mas é um fotógrafo e escritor de olhar
inquieto, apaixonado pelo novo e inconformado com o senso comum. É amante da
arte, seja a fotografia, o cinema ou a literatura. Participou do conceituado
jornal da região, o Jornal Grande Bahia, fez parte do projeto "Sala de
Cinema" e do grupo de pesquisa em Psicologia Social na Universidade
Estadual de Feira de Santana (UEFS), na qual faz graduação em Psicologia, é
integrante do grupo de estudo em Filosofia da Arte de Arthur Danto e do grupo
de estudo em Filosofia Contemporânea na UEFS.
República é
uma forma de organização do Estado cujo termo vem do latim res publica que
significa "coisa pública", "coisa do povo". Em tese, um
governo republicano é aquele que põe ênfase no interesse comum, no interesse da
comunidade, em oposição aos interesses particulares e aos negócios privados. Na
história da República no Brasil desde 1889, quando de sua proclamação através
de um golpe de estado, esses princípios não têm sido respeitados. A História da
República Brasileira iniciou-se em 1889 com a Proclamação da República e
acompanhou todo o período posterior, até o século XXI.
Eleito
presidente dos Estados Unidos, Donald Trump continuará escandaloso como foi
durante a campanha eleitoral? Será que ele vai manter suas promessas de
campanha mais duras? Aqui estão três razões para pensar que a resposta é não,
segundo Raphael Godet publicado pela Franceinfo no texto Présidentielle
américaine : pourquoi il ne faut pas avoir (trop) peur de Donald Trump (Eleição
presidencial americana: por que não precisa ter medo de Donald Trump)
disponível no website . As três razões são as seguintes:
Polêmico, sincero e
objetivo. José Saramago, é autor de poemas, contos, crônicas, ensaios
políticos, peças de teatro e romances. Recebeu o Prêmio Camões em 1995, título
máximo oferecido aos escritores de língua portuguesa e o Nobel de Literatura
(1998), o primeiro concedido a um escritor de língua portuguesa. Pronto,
devidamente apresentado vamos ao que proporcionou ao escritor uma fama
merecida: sua (nem sempre doce) sinceridade.
"O meu mundo não é como o dos outros, quero demais, exijo demais,
há em mim uma sede de infinito, uma angústia constante que eu nem mesma
compreendo, pois estou longe de ser uma pessimista; sou antes uma exaltada, com
uma alma intensa, violenta, atormentada, uma alma que não se sente bem onde
está, que tem saudades...sei lá de quê!"
“Formando
em Direito na Universidade Estadual do Rio Grande do Norte. Assíduo leitor
sobre o que a filosofia pode corroborar com a formação do ser. Orientação
política à esquerda.”
Andarilho
exilado voluntariamente na Ilha de Santa Catarina, formosa Desterro. Graduando
em Ciências Sociais, servidor público, mas diletante nas horas vagas. Observar
e absorver experiências: um líquido mais denso, que vaza mais demoradamente.
Filho da dúvida com a inquietação, de alma multiplicada. Uma vontade com
aspiração de força.
O beijo. O
primeiro.
Não um simples beijo. Uma catarse. Uma viagem pela vida interior do personagem
menino que se torna um homem.
Belo. Profundo.
Urge, todos os dias, beijarmos a vida. E tentarmos sentir a paixão vivida pelo
garoto criado por Clarice. O garoto sem nome, mas repleto de alma.
”O
convencional é interessante, por vezes; mas o diferente é sempre fascinante.”
Já se passou mais de um
século desde os últimos anos do romantismo europeu e ainda vemos nascer obras
de fortes raízes românticas. Birdman, Whiplash e Cinquenta Tons de Cinza são
apenas alguns exemplos.
“É jornalista,
especialista em Literatura Contemporânea e em Gestão Cultural e estudante de
Filosofia e Direitos Humanos. É autor dos livros "Gula, Ira e Todo o
Resto" e "Coincidências Arquitetadas". Gosta de rock clássico,
Simpsons e do Darth Vader. Não gosta de beterraba, da carreira solo do John
Lennon e de livros de autoajuda.”
Livro
escrito no fim da vida do escritor estadunidense retrata egoísmo da humanidade
“Há tanta
leveza, beleza e elegância nas tempestades, mas navegar é preciso e viver é
profundo, embora sintamos a superfície e percorramos em limiares aleatórios.
Desse encontro entre o que é limiar e profundo nascem forças e ao vivenciarmos
a experiência na travessia despertamos uma "possibilidade de ser"
assim o homem vive e realiza-se espontaneamente e desse irromper o homem também
cria uma dimensão de vida propulsora de modos de ser no mundo. O criador, o
artista faz isso. O homem é um modelo dessa possibilidade de ser, ele é livre
no agir e no atuar e dessa forma libera o viver, esse sentimento é
transformador e ao poder ser pleno, se faz arte.”
Formou-se em
Letras pela UNIMESP. Possui dois livros de poemas publicados:
"Intertrigem”, CBJE, 2005 (esgotado) e “O limiar do surto”, Scortecci,
2008. Pela internet, algumas de suas obras se encontram em: Revista Flaubert,
Caderno-Revista 7faces, Benfazeja, Letras in.verso e re.verso, Crônicas do
Andarilho, Diminuto, Novos Escritores Brasileiros, Das Culturas e Prosa
Literária.
“A literatura
vista por vários ângulos e apresentada de forma bem diferente.”
Romancistas realistas. Essa poderia
ser a única semelhança entre Machado e Dostoiévski, mas a literatura mundial
não quis assim. Separados por anos, continentes e experiências, ambos
transformaram suas histórias de vida em verdadeiras obras de arte.