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sexta-feira, 16 de setembro de 2016

A VOZ FEMININA NA MPB

 Música Popular Brasileira (MPB)












Publicado por Janine Nogueira
“Escrevedora, conceitual e coexistente...”


sábado, 13 de fevereiro de 2016

PAGANINI



PEQUENA ABORDAGEM SOBRE A “MADRINHA” DOS VIOLEIROS

Música: MPB/sertaneja

Publicado por Profeta do Arauto
“Ler, escrever, fotografar e viajar. Premissas de Um Homem que contrapôs os mandos do Tempo; pois falta-lhe profissão!”



“Viola minha Viola. Êta programa que eu gosto”. Inezita Barroso


Só você não, mas muitos, miríades de brasileiros, sobretudo porque suas digitais ainda estão impregnadas nas cordas vocais do programa.



quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

ANOS DOURADOS, DE TOM JOBIM, E AS PIADAS DO TEMPO

Música: MPB

Publicado por Mario Feitosa
Um baixista, um baixo, puta baixo, um poeta, escritor, compositor, aristotélico, o cara da TI, factótum, "barbieri di Siviglia", ex-marido, ex-vocalista, ex-religioso, enfim, um ex-quisito. Me decifra ou te devoro, tal Caetano!
"Vi veris veniversum vivus vici!" (Marlowe, Christopher)


sábado, 30 de janeiro de 2016

"MY NAME IS NOW" É ELZA SOARES!

Música& Cinema: MPB


Publicado por Adriana Borges
“Sou jornalista, especialista em História da Cultura e da Arte, produtora cultural, que ama ler, escrever e viajar. Louca pela cultura brasileira. Adoro cinema, música, literatura e poesia. Arrisco uns versos. Também gosto de pensar sobre a vida, refletir e dar meus pitacos sobre quase tudo. Gosto de experimentar, de novidades e de ousar. Aqui escrevo sobre tudo que me inspira, aprofundando mais o diálogo que mantenho no meu Blog pessoal Borboleta no Cabelo”.



terça-feira, 19 de janeiro de 2016

DAVID BOWIE É... EU, VOCÊ E UM OUTRO

Música


Publicado por Regina Soulza.
“É graduada em Letras pela UFPR, editora de livros didáticos, guitarrista e o que mais o futuro reservar. Foco principal: a pura expressão da Arte...”




quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

MAYSA: O CANTO E O LAMENTO



Música – MPB


(A CANTORA DA DOR DE COTOVELOS)





Publicado  por Vitor Dirami



Dona de dois olhos verdes inesquecíveis, ela viveu 40 anos a mil. Em pouco menos de meio século de vida mudou seu destino já traçado e se tornou a maior cantora romântica da música brasileira. Conheça agora um pouco mais de Maysa.


Nascida numa tradicional família capixaba, com alto padrão de vida, Maysa desde criança seguiu os mesmos passos que a maioria das jovens de mesma realidade. Morou em endereços privilegiados e estudou em colégios de elite. Mas, a música já era presente em sua vida desde muito pequena. Aos 12 anos compôs sua primeira canção, chamada “Adeus”, que por acaso seria gravado em seu disco de estreia.


domingo, 13 de dezembro de 2015

UM ARRASTA PÉ HÚNGARO



Música brasileira/húngara


(É mais que húngaro, é das arabias)


Publicado por Juliana Rosas


Se a feijoada foi uma mistura que deu certo e a “Feijoada Completa” de Chico Buarque funcionou até cantada na única língua que o diabo respeita, vamos neste arrasta pé folk/nordestino/húngaro.



quarta-feira, 11 de novembro de 2015

MENSAGENS SUBLIMINARES EM MÚSICAS: O QUE É FATO, O QUE É LENDA?

Música



Fiona MacdonaldDa BBC Culture






Image caption 'Backmasking' em canção do disco 'Rubber Soul' gerou muitos boatos sobre os Beatles

Em 1878, um ano depois de criar o fonógrafo, o inventor americano Thomas Edison percebeu que o cilindro do aparelho poderia ser rodado no sentido contrário, gerando um efeito sonoro peculiar.

quarta-feira, 29 de julho de 2015

OS TRINTA E SETE ANOS DE ALEXANDRE CÉSAR LÉOPOLD BIZET – GEORGES BIZET

Música clássica

Sua juventude prognosticou talento musical imperecível

Georges Bizet, nascido Alexandre César Léopold Bizet, (Paris, 25 de outubro de 1838  Bougival, 3 de junho de 1875) foi um compositor francês, principalmente de óperas. Numa curta carreira devido à sua prematura morte, ele atingiu poucos sucessos antes do seu trabalho final, Carmen, que viria a se tornar uma das mais populares e frequentemente interpretadas óperas no repertório operístico.

Ópera Carmen

Durante uma brilhante carreira como estudante no Conservatório de Paris, Bizet venceu muitas competições, incluindo o prestigiado Prix de Roma em 1857. Ele foi reconhecido como um excelente pianista, embora ele optou por não aproveitar essa habilidade e raramente tocava em público. Retornando a Paris, após quase três anos na Itália, ele descobriu que os principais teatros de ópera parisiense preferiam o repertório clássico, estabelecido pelas obras recém-compostas. Suas composições orquestrais e para piano foram igualmente ignoradas, como resultado, sua carreira paralisou e ele ganhava a vida organizando e transcrevendo a música dos outros. Deu partida a muitos projetos teatrais durante a década de 1860, a maioria dos quais foram abandonadas. Duas óperas suas dominaram os palcos - Les pêcheurs de perles e La jolie fille de Perth - foram sucessos imediatos.

terça-feira, 28 de julho de 2015

25 MÚSICAS ESSENCIAIS PARA ENTENDER O BRASIL

Arte Musical: MPB


Formado em Filosofia pela PUC/SP completei minha formação na França, Portugal e Holanda. Publiquei dois livros e alguns artigos todos voltados a área de educação e formação de professores. Meu trabalho na Filosofia sempre esteve ligado a Filosofia da Linguagem e aos Medievais

Publicado em musica por Dante Donatelli

As vinte e cinco músicas que deram a cultura urbana brasileira uma identidade. Não há nada melhor.

 Escolhi abaixo vinte e cinco músicas para dialogar com o Brasil urbano, burguês e desigual do século XX. Não sou especialista, sou apenas um professor que gosta de música, e não tenho nenhuma pretensão de exaurir qualquer discussão, mesmo crendo ser o que há de melhor em nossa arte musical.

sábado, 25 de julho de 2015

CASTANHOLAS INVADEM SINFÔNICA

Música clássica
       

O BRASIL DE ARY BARROSO E CAZUZA

Música popular brasileira


Publicado em musica por Francisco Ladeira, é
Especialista em Ciências Humanas: Brasil, Estado e Sociedade pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), articulista do Observatório da Imprensa e professor de Geografia do Colégio Conexão em Barbacena, MG.

No presente texto destaco duas composições (quase homônimas) que marcaram peremptoriamente suas respectivas épocas: Aquarela do Brasil, de Ary Barroso, composta no final da década de 1930; e Brasil - de Cazuza, Nilo Romero e George Israel - lançada durante os anos 1980. 


É inegável o valor artístico e cultural da música brasileira. Não se trata de chauvinismo, mas poucos povos podem se lisonjear da variedade de ritmos, da riqueza melódica e da alta qualidade de suas produções musicais. Estes e outros motivos fazem da música produzida no Brasil uma das mais respeitadas e admiradas do planeta. Poucas nações têm entre seus maiores músicos nomes como Tom Jobim, Noel Rosa, Cartola, Luiz Gonzaga e Baden Powel. Enfim, a lista é imensa e não caberia aqui. Uma das principais características da música brasileira é retratar fielmente o contexto histórico no qual o país atravessa. Sendo assim, é quase impossível não ouvir O Bêbado e a Equilibrista, de João Bosco e Aldir Blanc, e não se lembrar da Anistia de 1979; difícil também não associar a música Coração de Estudante, de Milton Nascimento e Wagner Tiso, ao surgimento da Nova República e à morte do ex-presidente Tancredo Neves; ou falar em Ditadura Militar sem mencionar algumas canções de Chico Buarque, Gonzaguinha e Geraldo Vandré, entre outros.

segunda-feira, 6 de julho de 2015

O BOLERO

Música: ritmo

Cantor de bolero

bolero é um ritmo que mescla raízes espanholas com influências locais de vários países hispano-americanos. De origem cubana tornou-se mais conhecido como canção romântica mexicana, sofreu modificações, especialmente desenvolvendo temas mais românticos e de ritmo mais lento. Tem tradição nos seguintes países: Cuba, Porto Rico, República Dominicana, Colômbia, México, Peru, Venezuela , Uruguai, Argentina e Brasil.


O primeiro bolero surgiu na data de 1883, na voz do cubano José Sanchéz, posteriormente adotado pelos mexicanos, e depois por toda a América Latina. Sabe-se que o bolero influenciou o samba-canção, mambo (bolero-mambo), o chá-chá-chá e a salsa. Na República Dominicana, surgiu, na década de 1960, uma variante do bolero chamada bachata.

terça-feira, 30 de junho de 2015

RAUL SEIXAS

Arte musical


Raulzito foi homenageado dia 28/06, no Teatro Castro Alves/Bahia, data em que completaria 70 anos

 Raul Santos Seixas (Salvador, 28 de junho de 1945 — São Paulo, 21 de agosto de 1989) foi um cantor e compositor brasileiro, frequentemente considerado um dos pioneiros do rock brasileiro. Também foi produtor musical da CBS durante sua estada no Rio de Janeiro, e por vezes é chamado de "Pai do Rock Brasileiro" e "Maluco Beleza". Sua obra musical é composta por 17 discos lançados em seus 26 anos de carreira e seu estilo musical é tradicionalmente classificado como rock e baião, e de fato conseguiu unir ambos os gêneros em músicas como "Let me Sing, Let me Sing". Seu álbum de estreia, Raulzito e os Panteras (1968), foi produzido quando ele integrava o grupo Os Panteras, mas só ganhou notoriedade crítica e de público com as músicas de Krig-ha, Bandolo! (1973), como "Ouro de Tolo", "Mosca na Sopa", "Metamorfose Ambulante". Raul Seixas adquiriu um estilo musical que o creditou de "contestador e místico", e isso se deve aos ideais que vindicou, como a Sociedade Alternativa apresentada em Gita (1974), influenciado por figuras como o ocultista britânico Aleister Crowley.

sábado, 27 de junho de 2015

220 SHOWS AO VIVO (27)

 Para sua videoteca musical


THE PINK FLOYD SHOW TRIBUTE (2011) FULL – Live From Liv




‘YESTERDAY’ FAZ 50 ANOS

Música
Canção de Paul McCartney para os Beatles é recordista em número de versões na história
McCartney está morto (mas Elvis continua vivo)

FERNANDO NAVARRO Madrid 


Tudo começou em uma manhã de maio de 1965. Paul McCartney ficou com uma melodia na cabeça após um sonho e não conseguiu esquecê-la. O que parecia uma brincadeira de sua mente se transformou em uma das melodias mais reconhecidas da história do pop pelas mãos dos The Beatles. Segundo suas próprias palavras, era como uma velha melodia de jazz, como as que seu pai costumava cantar e que o fazia voltar ao passado.
A letra, entretanto, foi outra história. Conta a lenda que seu autor cantarolava como primeiro verso “scrambled eggs, oh baby, how I love your legs” (“Ovos mexidos; oh meu amor, como gosto de suas pernas”). Repetiu esta frase durante dias, mas no final, durante uma viagem a Portugal com sua namorada à época, Jane Asher, compôs os versos adequados.
A canção, finalmente, foi gravada em 14 de junho de 1965. Depois de uma passagem com John Lennon no órgão Hammond, o produtor George Martin sugeriu a McCartney usar um quarteto de cordas. McCartney a princípio resistiu e disse: “Não quero ser um Mantovani – em referência ao compositor de música instrumental italiano, que costumava tocar naquela época em auditórios de Londres –“. Mas sem esses acertos a canção não teria sido a mesma.

quinta-feira, 25 de junho de 2015

DE LOMBO DE BURRO, CARRO, TREM E NAVIO: A VIAGEM DE 12 MIL KM DO CORPO DE (CARLOS) GARDEL

Música popular
Natalio CosoyDa BBC Mundo em Bogotá

A última viagem de Carlos Gardel, o mais famoso cantor de tango da Argentina, foi longa, e levou seu corpo já sem vida.

Gardel morreu em 24 de junho de 1935, há exatos 80 anos, em um acidente aéreo, e foi enterrado no cemitério de São Pedro, em Medellín, na Colômbia, onde fazia turnê. Mas seus restos mortais percorreram uma longa jornada, de mais de 12 mil km, da exumação na Colômbia ao enterro em Buenos Aires - onde fez sua carreira -, passando por Nova York e Rio de Janeiro.
Jornais da época ajudam a reconstruir essa jornada.

"O cadáver será embalado (...) e despachado (ao porto de) Buenaventura", disse o periódico colombiano El Tiempo de 19 de dezembro de 1935.

"Uma profunda emoção dominava os espectadores, que em silêncio seguiam os trabalhos (de exumação)", descreveu o jornal El Colombiano.
O corpo foi, então, levado a uma estação ferroviária, de onde partiria rumo à Argentina.

"A travessia durará um mês", escreveu o jornal El Heraldo de Antioquia.
Foram, no final, quase dois meses.
O historiador do tango Luciano Londoño López diz que a viagem demorou tanto por um motivo político: desviar a atenção do público argentino de um acordo - bastante questionado - entre Estados Unidos e Argentina sobre o comércio de carnes.
O corpo de Gardel saiu de Medellín e passou pelas cidades de Amagá e La Pintada, mas ali foi colocado em um automóvel até Valparaíso, também na Colômbia, explica o acadêmico.
Ali começaria a parte mais insólita da jornada.