quarta-feira, 13 de abril de 2016

CIDADE DE FORTALEZA – CEARÁ, BRASIL



Brasil: cidade



No dia de hoje, a cidade também batizada de Loira Desposada do Sol pelos versos do poeta Paula Ney, completa 290 anos de vida.

Receba os parabéns deste Blog, princesa dos lábios de mel



Distante 2 285 km de Brasília, capital federal, a cidade desenvolveu-se às margens do riacho Pajeú, e sua toponímia é uma alusão ao Forte Schoonenborch, o qual deu origem ao município, construído pelos holandeses durante sua segunda permanência no local, entre 1649 e 1654. O lema de Fortaleza, presente em seu brasão, é a palavra em latim Fortitudine, que, em português, significa "força, valor, coragem".

Está localizada no litoral Atlântico, a uma altitude média de dezesseis metros, com 34 km de praias. Fortaleza possui 314,930 km² de área e 2 591 188 habitantes estimados em 2015, além da maior densidade demográfica entre as capitais do país, com 7 786,4 hab/km². É a maior cidade do Ceará em população e a quinta do Brasil. A Região Metropolitana de Fortaleza é a sexta mais populosa do Brasil e a primeira do Nordeste, com 3 985 297 habitantes em 2015. É a cidade nordestina com a maior área de influência regional e possui a terceira maior rede urbana do Brasil em população, atrás apenas de São Paulo e do Rio de Janeiro.
Fortaleza foi em 2012 a décima cidade mais rica do país em PIB e primeira do Nordeste, com 43 bilhões de reais . Possui, ainda, a terceira região metropolitana mais rica das regiões Norte e Nordeste. É importante centro industrial e comercial do Brasil, com o oitavo maior poder de compra municipal da nação. No turismo, a cidade alcançou as marcas de segundo destino mais desejado do Brasil e quarta cidade brasileira que mais recebe turistas de acordo com o Ministério do Turismo. É sede do Banco do Nordeste, da Transnordestina Logística e do DNOCS. A BR-116, a mais importante rodovia do país, começa em Fortaleza. O município faz parte do Mercado Comum de Cidades do Mercosul.
Batizada de Loira Desposada do Sol pelos versos do poeta Paula Ney, a metrópole cearense é a terra natal de brasileiros de grande renome como o ex-presidente Castelo Branco e Dom Hélder Câmara, assim como Capistrano de AbreuCasimiro Montenegro FilhoJosé de AlencarKarim AïnouzMaurício Peixoto e Rachel de Queiroz. É a capital brasileira mais próxima da Europa, a 5 608 km de Lisboa, em Portugal.
Antes da deriva continental, a área onde Fortaleza surgiu era contígua à da cidade de Lagos, no Golfo da Guiné, na Nigéria. O atual litoral das duas cidades surgiu há 150 milhões de anos, no Jurássico Superior. A evolução geológica provocou o surgimento de grandes dunas e tabuleiros no litoral da região. Estudos indicam que os primeiros seres humanos a habitarem esse território podem ter chegado há cerca de 2 000 anos. Aproximadamente até o ano 1 000, a região era dominada pelos índios tapuias. Nessa época, tais índios foram expulsos para o interior do continente pelos índios tupis procedentes da Amazônia. É de origem tupi o povo indígena mais característico do território litorâneo que hoje é Fortaleza, o potyguara, retratado pelos romances indianistas de cearenses.
Antes das explorações do Império Português, houve duas passagens de espanhóis pelo litoral da atual Fortaleza. Os navegadores Vicente Yáñez Pinzón e Diego de Lepe desembarcaram nas costas cearenses antes da viagem de Pedro Álvares Cabral ao Brasil, em 1500. Pinzón chegou ao cabo que se acredita ser o Mucuripe e Lepe aportou na barra do rio Ceará. Tais descobertas de território não puderam ser oficializadas em decorrência do Tratado de Tordesilhas, de 1494. A chegada de Pinzón ao Mucuripe foi, entretanto, considerada um dos possíveis pontos de descobrimento pré-cabralino do país.
O início da ocupação do território que viria a ser Fortaleza se deu entre os anos de 1597 e 1598. Nesse período, um ramo da etnia potyguara que habitava a região ao redor do Forte dos Reis Magos migrou e se estabeleceu na região entre as margens do rio Cocó e rio Ceará, tendo ao fundo as serras da Aratanha e de Maranguape. A partir de 1603, os portugueses iniciaram as tentativas de conquista e colonização do local. Pero Coelho de Sousa aportou na foz do rio Ceará e, às margens, ergueu o Fortim de São Tiago, batizando o povoado que lá se formou de Nova Lisboa e a área de Nova Lusitânia. Porém, em decorrência da seca de 1605-1607 e da resistência indígena, a primeira tentativa lusitana de conquista do então Siará Grande resultou em fracasso. Outro português, Martim Soares Moreno, chegou em 1613, recuperando e ampliando o Fortim de São Tiago e rebatizando-o como Fortim de São Sebastião. No ano de
Teatro José de Alencar
1631, holandeses tentaram tomar o Forte de São Sebastião, mas essa ação, conjunta com os índios potyguara, não foi bem sucedida. Em 1637, houve a tomada holandesa do forte, outro trabalho conjunto com o grupo indígena. Em 1644, o Forte São Sebastião foi destruído por nativos em rebelião. Os holandeses foram mortos ou expulsos.


Fortim de São Sebastião Forte de São Sebastião -
Gravura do livro do holandês Arnoldus Petrus- ano 1673.







Primeiro desenho de Fortaleza, de 1726, no período de instalação da Vila de Fortaleza do Siará Grande.
Em 1649, deu-se o segundo período de domínio holandês do Siará. Com uma nova expedição, antes negociada com os indígenas, foi construído, no monte Marajaitiba, às margens do riacho Pajeú, o Forte Schoonenborch, considerado o marco inicial do desenvolvimento de Fortaleza e da sua história, cujo responsável foi o comandante holandês Matias Beck. Em 1654, com a retirada dos batavos, novamente expulsos pelos lusos, a construção foi rebatizada de Forte de Nossa Senhora da Assunção. À época, Fortaleza era modesta economicamente, mantida pela pecuária e charque, atividade que, no final do século, levou ao desbravamento dos sertões cearenses. A
exploração rendeu episódios violentos de resistência indígena, que, derrotados, eram enviados a aldeamentos, como os de Soure/Caucaia, Arronches/Parangaba, Messejana/Paupina, e Monte-mor-novo/Baturité. Em 13 de abril de 1726, o povoado do forte foi elevado à condição de vila, tornando-se a segunda do estado. À época, Aquiraz, a primeira, de 1713, era considerada o centro econômico do Ceará, e Fortaleza, o centro político. Em 1799, a Capitania do Ceará foi desmembrada da Capitania de Pernambuco e Fortaleza foi escolhida capital. No ano seguinte ao da Independência do BrasilDom Pedro I transformou a vila em cidade de Fortaleza de Nova Bragança.
Planta de Adolpho Herbster de 1888 e traçado xadrez de Silva Paulet.



O episódio dos jangadeiros e do Dragão do Mar no Porto de Fortaleza foi um dos marcos do Movimento Abolicionista Cearense, cujo pioneirismo rendeu homenagens de intelectuais como José do Patrocínio e o francês Victor Hugo.
No século XIX, Fortaleza angariou a liderança urbana no Ceará, ultrapassando Aquiraz e Aracati. Ao final do período, era um dos oito principais centros urbanos do país, fortalecida pela cultura do algodão, que, no fausto, foi o principal elemento de elevação econômica do município, explorado para atender as fábricas da Revolução Industrial. Como cidade prioritária em investimentos do governo da província e com a vinda de sertanejos do interior, em fuga das constantes secas, a cidade cresceu rapidamente, dotando-se de crescente infraestrutura e passando a assimilar valores, costumes e padrões sociais e estéticos alinhados aos das grandes metrópoles ocidentais, mas também a assistir ao surgimento dos subúrbios e de seus decorrentes problemas sociais.
Com a transformação da cidade em centro regional de exportação e com o aumento das navegações diretas à Europa, foi construída, em 1812, a Alfândega de FortalezaSilva Paulet desempenhou importante papel na evolução estrutural da cidade, erguendo obras como a Fortaleza de Nossa Senhora da Assunção, em 1812, no local do que restou do Forte de Nossa Senhora da Assunção, e o Passeio Público, em 1820, além de ter sido o autor do primeiro plano urbanístico da cidade, de 1812. Em 1824, a Fortaleza se agitou com os revolucionários da Confederação do Equador, assistindo a episódios sangrentos, como as execuções de Padre Mororó e Pessoa Anta, além do enforcamento e fuzilamento de tantos outros revolucionários.
Especialmente na segunda metade do século, em decorrência da fértil era do algodão, a cidade foi tomada por um grande período de desenvolvimento urbano e construção de equipamentos marcantes, tais como o Liceu do Ceará e o Farol do Mucuripe em 1845, Santa Casa de Misericórdia em 1861, Seminário da Prainha em 1864, sistema de abastecimento de água em 1866, Biblioteca Pública em 1867, a Cadeia Pública em 1870, além da Rede de Viação Cearense, do Porto de Fortaleza na Ponte Metálica, de fábricas têxteis, centros intelectuais e veículos de comunicação, por exemplo. O período foi marcado como a belle époque de Fortaleza, representando um tempo de consagração econômica que se refletia em áreas como arquiteturacultura e produção intelectual.
Para disciplinar o crescimento da cidade, Adolpho Herbster deu continuidade ao esquema de planejamento urbano concebido por Silva Paulet em 1818, característico pelo traçado de vias em xadrez, e, inspirado pelas reformas operadas em Paris pelo Barão Haussman, desenhou a Planta Topográfica da Fortaleza e Subúrbios, em 1875, marco definitivo do urbanismo municipal.[24] Nas décadas de 1870 e 1880, surgiram e se fortaleceram o Movimento Abolicionista Cearense e os ideais republicanos que culminaram na libertação dos escravos no Ceará, em 25 de março de 1884, quatro anos antes da Lei Áurea. O principal evento da causa abolicionista cearense ocorrido na capital foi o levante popular, entre os dias 27 e 31 de janeiro de 1881, protagonizado pelos jangadeiros liderados por Dragão do Mar, que findou o tráfico de escravos na capital, alimentando o ímpeto libertário estadual e nacional. Os intelectuais do movimento literário da Padaria Espiritual, surgido em 1892, muito contribuíram para a difusão de ideias progressistas em Fortaleza. Já no final da década, com a Proclamação da República, a oligarquia de Nogueira Acioly deu início ao seu período de domínio do Ceará, notória pela corrupção, impunidade dos crimes nos sertões e controle de massa.
 .
Praça do Ferreira na década de 20.

Sistema de bondes de Fortaleza na década de 1930, na rua Floriano Peixoto.
No século XX, continuou-se em Fortaleza o crescimento populacional e estrutural vertiginosos. Em 1909, foi criado o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas. Em 1911, iniciaram-se as obras do primeiro sistema de esgoto da capital, que começou a funcionar em 1927. Já em 1913, deu-se o uso de luz e bondes elétricos na cidade. Em 1912, estourou a maior revolta popular de Fortaleza, quando setores populares e opositores movimentaram-se pela retirada do Clã Accioly do poder. As manifestações, que aconteciam desde o ano anterior, chegaram ao estopim no dia da Passeata das Crianças, em 21 de janeiro. Milhares de pessoas acompanharam centenas de crianças serem espancadas e até mesmo mortas pela polícia. A população pegou em armas e, após dias de guerra, Nogueira Accioly renunciou em 24 de janeiro. Assumiu em seu lugar o apoiado pelo povo, Franco Rabelo, que, em 1914, foi deposto pelos revoltos da Sedição de Juazeiro.
Em 1936, o povo da capital escolheu seu primeiro representante municipal, Raimundo de Alencar Araripe. Entre 1943 e 1945, a Segunda Guerra Mundial entrou no contexto de Fortaleza, que sediou o Serviço Especial de Mobilização de Trabalhadores para a Amazônia e duas bases das Forças Armadas dos Estados Unidos. Em 1954, foi criada a primeira universidade na cidade, a Universidade Federal do Ceará, então denominada Universidade do Ceará, e inaugurado o Porto do Mucuripe.
Nas décadas de 1950 e 1960, regiões mais distantes do Centro passaram a ser massivamente ocupadas. Bairros como Jacarecanga deram lugar ao Meireles e à Aldeota no abrigo às elites, ao passo que, com o crescimento urbano desordenado, o desenvolvimento das favelas e a falta de estrutura pública para as faixas mais pobres tornavam-se cada vez mais notórios. Em 1963, teve-se a construção da Avenida Beira Mar. Nesse período, a faixa litorânea da cidade começou a se fortalecer enquanto importante espaço para a exploração turística. Bairros como o Praia de Iracema, dotados de grande infraestrutura cultural, tornaram-se redutos da boemia. Ao final dos anos 1970, Fortaleza começou a despontar como um dos maiores polos industriais do Nordeste com a implantação do Distrito Industrial de Fortaleza e a movimentação na zona portuária do Mucuripe, com suas indústrias de pescamoinhos de trigofábricas de asfalto e áreas de refino de petróleo. O período do Regime militar no Brasil coincidiu com o de crescimento célere e desordenado da cidade que, em 1973, tornou-se centro de uma metrópole. A insatisfação popular diante da eclosão de problemas sociais decorrentes da multiplicação populacional resultou, com a volta das eleições livres e diretas, na eleição da primeira mulher prefeita de uma capital de estado brasileiro, Maria Luiza Fontenele, também a primeira prefeitura comandada por um partido de esquerda no país.
No final do século XX, as administrações dos prefeitos Juraci Magalhães e Antônio Cambraia, realizaram diversas mudanças estruturais na cidade, com a abertura de grandes vias, significativo investimento em saúde, a construção do novo Mercado Central de Fortaleza, a criação de novos espaços culturais e a Ponte sobre o rio Ceará, ligando a capital ao município de Caucaia pela via da Costa do Sol Poente. Já no período da chamada Geração Cambeba, capitaneada por Tasso Jereissati e Ciro Gomes, fez-se pesado investimento em infraestrutura turística, transformando a cidade de Fortaleza e demais pontos de exploração do estado em sólidos destinos regionais e nacionais do setor.
Fortaleza em 2014, com a Serra da Aratanha e parte da Serra de Maranguape ao fundo.
litoral de Fortaleza tem extensão de 34 quilômetros, com um total de quinze praias. Tem como limites a foz dos rios Ceará, ao norte, e Pacoti, ao sul. A Praia da Barra do Ceará, localizada na foz do rio de mesmo nome, detém significante importância para a história da cidade, pois foi onde o açoriano Pero Coelho de Sousa construiu a primeira fortificação da história do município. Na Praia de Meireles, há a avenida Avenida Beira Mar, que se estende até o Mucuripe. Nela, está a principal concentração de hotéis de luxo da cidade. O clube Náutico Atlético Cearense é um dos marcos da região, em frente ao qual acontece, todos os dias, Feira de Artesanato da Beira-Mar. A Volta da Jurema é o local mais nobre do litoral de Fortaleza, onde é possível embarcar em passeios de veleiro e iate pelo mar da cidade, por meio dos quais são percorridos outros pontos importantes da orla, como o Cais do Porto e o Parque Eólico da Praia Mansa.
O bairro do Mucuripe é famoso por sua comunidade de pescadores e pela composição de Belchior que retrata o ethos do jangadeiro e da jangada enquanto símbolos do Ceará. Há na região, ainda, um movimentado mercado de peixes e mariscos e a mais antiga estátua de Iracema e Martim da cidade, inaugurada em 1965. Logo após a Ponta do Mucuripe, está a Praia do Titãzinho, que é famosa por ser o principal local para a prática do surfe na cidade e por ser celeiro de talentos nacionais do esporte, tetracampeã brasileira. A Praia do Futuro é outro famoso ponto da orla de Fortaleza, com uma longa extensão ocupada por robusta estrutura turística, sobretudo barracas de praia e restaurantes especializados em frutos do mar, considerada uma das cinco praias mais movimentadas do Brasil. Já o Parque Estadual Marinho da Pedra da Risca do Meio, cerca de 10 milhas náuticas, ou 50 minutos, distante do Porto do Mucuripe, é reconhecido como um dos melhores lugares do país para a prática do mergulho.
No início da década de 2000, dentre as capitais do Nordeste, Fortaleza possuía o terceiro maior Produto Interno Bruto (PIB), sendo superada por Recife e Salvador.[117] Estimava-se que, em 2011, Fortaleza teria o maior PIB da região, de acordo com o aumento nominal que vinha ocorrendo nos últimos anos; porém isso aconteceu em 2010, quando a economia da capital cearense cresceu mais de 5 bilhões de reais, alcançando um PIB de R$ 37,1 bilhões e superando expectativas. Em 2012, o PIB de Fortaleza alcançou o valor de 43,4 bilhões de reais, o que consolidou o município como o mais rico da região Nordeste, o décimo do país e o oitavo entre as capitais. No mesmo ano, o valor de impostos sobre produtos líquidos de subsídios a preços correntes era de R$ 6 612 822 000, e o PIB per capita do município, de R$ 17 359,53. A pujante economia da cidade é refletida no poder de compra, o oitavo maior do pais, com potencial de consumo estimado em 42 bilhões de reais em 2014.



Banco Central do Brasil em Fortaleza.

              Associação Comercial do Ceará.
A principal fonte econômica do município está centrada no setor terciário, com seus diversificados segmentos de comércio e prestação de serviços. Em seguida, destaca-se o setor secundário, com os complexos industriais. Em 2012, a porcentagem de contribuição de cada setor para a economia municipal era de 0,07%, 15,8% e 68,8% dos setores primário, secundário e terciário, respectivamente. A riqueza da capital deve-se em boa parte às atividades provenientes de toda a região metropolitana, cuja economia é a terceira mais forte das regiões Norte e Nordeste e cuja população é de quase quatro milhões de habitantes. Em 2012, a cidade possuía 69 605 unidades e 64 674 empresas e estabelecimentos comerciais atuantes, além de um montante de 873 746 de pessoal ocupado e 786 521 pessoas assalariadas. Salários, juntos com outros tipos de remuneração, somavam 17 103 562 reais e o rendimento médio do município era de 2,7 salários mínimos.
Fortaleza é um dos maiores destinos turísticos do país. Segundo o Ministério do Turismo, a capital cearense é o segundo destino mais desejado do Brasil e o quarto que mais recebe visitantes. Grandes portais internacionais de turismo e viagens, como o TripAdvisor, e instituições nacionais, como a Associação Brasileira de Agências de Viagens, têm apontado a cidade como uma das melhores e mais procuradas do país.[142] [143] A vocação turística da cidade tem estimulado o crescimento de robusta estrutura hoteleira e principalmente de entretenimento, com destaque para barracas de praia, lojas de artesanato, parques aquáticos, clubes, boates e casas de shows, além de ser responsável pelo desenvolvimento de projetos como o Acquario Ceará, terceiro maior aquário do mundo, em construção na orla da cidade.
Atrações como o parque temático Beach Park, localizado na Grande Fortaleza, a Avenida Beira Mar e seus bares, restaurantes e clubes de música, as praias do Futuro e Iracema e o Pirata Bar têm colocado Fortaleza entre os destinos brasileiros preferidos por europeus. Entre os maiores emissores de turistas estrangeiros para a capital cearense, estão Itália, Estados Unidos, Alemanha, França e Portugal.  A cidade dispõe de dezenas de consulados e representações diplomáticas que dão assistência ao turista estrangeiro.
Fortaleza tem se desenvolvido, ainda, como emergente eixo de turismo de eventos e de negócios brasileiros. Equipamentos como Centro de Convenções de Fortaleza e o Centro de Eventos do Ceará, segundo maior do Brasil e da América Latina, têm dando novo destaque à cidade por meio da atração de grandes feiras, congressos, conferências, palestras, seminários, exposições, shows e encontros nacionais e internacionais. A partir desse novo nicho turístico explorado, Fortaleza sediou a Sexta cúpula do BRICS.
Ponte dos Ingleses
O desenvolvimento turístico de Fortaleza é promovido não só pela atração de eventos, mas também pela consolidação da agenda de acontecimentos e festividades da cidade, como o Carnaval e seus cortejos de Maracatu, as festas juninas, o Fortal, considerado a maior micareta indoor e maior festa de carnaval fora de época do país, e o Ceará Music, festival de pop rock e música eletrônica Outro popular e tradicional evento da cidade, sobretudo entre jovens e tribos, é o SANA, um dos maiores eventos brasileiros de cultura japonesa.


                                                                                                           


Nenhum comentário:

Postar um comentário