Buscar respeito pelas atitudes
próprias, aprender controlá-las, coordená-las, preservá-las e saber dar limites,
é um propósito da moral humana para garantir a integridade.
Têm pessoas que agem com insegurança
no momento de expor suas opiniões, e preferem ocultar suas ideias, só por
receio de ferir ou magoar alguém. Nada mais é, uma postura errônea, que pode
colocar em risco a liberdade da sua própria integridade.
Todos nós devemos estar aptos para
agirmos com nossas ideias próprias, ou convicções próprias, caso contrário, se
não agirmos dessa maneira determinada, o desrespeito assumirá o lugar das
nossas atitudes, e contrariaremos o valor de vivermos íntegros com nós mesmos.
Agir com integridade e confiança, não
corre o risco de nos acidentar diante de nossas relações, sejam elas, afetivas,
pessoais e profissionais. As coisas se aproximam de nós de uma forma respeitosa,
e nós respeitamos essas coisas, por serem saudáveis ao nosso crescimento.
Evitaremos o esquecimento de estarmos conectados com as coisas boas. Estaremos
sempre presentes as coisas boas, e manteremos a nossa integridade pessoal,
preservada.
A autoestima nos promove a viver
feliz, além dos pilares que são gerados dentro da nossa própria autoestima, que
servem como base para enfrentarmos a nossa realidade. A autoestima é
fundamental em nossa vida a qualquer momento, em qualquer área do nosso comportamento,
nas nossas atitudes intrapessoais e interpessoais.
Os pais, por exemplo, devem
respeitosamente, muito cedo, se preocuparem com o desenvolvimento da autoestima
dos seus filhos. A criança que, logo cedo, venha ser preparada para agir com
autoconfiança perante a vida, será um adulto mais feliz no futuro, embora, é
claro, isto vai depender, também, de todo seu desenvolvimento até a fase
adulta, que provêm de outros fatores, grupais, sociológicos, educacionais e,
até mesmo, profissionais.
Colaborar para a qualidade da
autoestima de uma criança, pode evitar o perigo do mau convívio com o ser
humano, ou com a sociedade de modo geral. Não ocorrerá, na criança, o risco de
no futuro se tornar um adulto inapropriado para se encontrar só. Não vai viver
condenada ao sentimento de culpa, a rejeição e a inferioridade. Nem condenada
na timidez doentia e nem na insegurança. Segundo, Winnicott, psicanalista
inglês, seguidor de Melanie Klein (Defensora da Psicanálise infantil), afirmou
em sua teoria psicanalítica que, o amor materno contribui para o
desenvolvimento da autoestima da criança, preparando-a para se tornar um adulto
capaz para estar só, ou seja, ao meu vê, independente e determinado.
O compromisso dos pais, como tarefa
importante, é orientar os filhos a desafiar o desconhecido, ou seja, o novo.
Nunca deve achar os pais, que tudo na vida de uma criança é motivo de perigo,
embora, devem existir situações que são perigosas, mas os pais devem estar
atentos e vigilantes a essas situações, e administrá-las junto aos filhos da
melhor forma possível, buscando conhecimento de fatos, de determinados
assuntos, e apoio profissional, para tirar dúvidas a respeito de determinadas
questões, se for preciso.
Os pais devem, de fato, é claro, estar
atentos às atitudes e condutas ruins dos seus filhos, porém, o que não devem os
pais, é inventar perigo a onde não há perigo, para simplesmente se livrarem da
responsabilidade de orientar seus filhos.
Para finalizar este artigo, em bons
termos, se a educação dos pais chegar a uma boa disciplina e, logo cedo impor
limites necessários ao desenvolvimento pessoal dos seus filhos, com certeza
veremos um sujeito mais feliz e equilibrado.
Conrado Matos - Psicanalista
E-mail: psicanaliseconrado@hotmail.com – Tels: 071-8717-3210/8103-9431.

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