Por Patrícia Lopes
A palavra minimalismo
reporta-se a um conjunto de movimentos artísticos e culturais que percorreram
vários momentos do século XX, manifestos através de seus fundamentais
elementos, especialmente nas artes visuais, no design e na música. Surgiu nos
anos 60 nos Estados Unidos.
As obras minimalistas
possuem um mínimo de recursos e elementos. A pintura minimalista usa um número
limitado de cores e privilegia formas geométricas simples, repetidas
simetricamente.
Minimalismo e a pintura
No decurso da história
da arte, durante o século XX, houve três grandes tendências que poderiam ser
chamadas de “minimalistas”: (manifestações minimalistas: construtivismo,
vanguarda russa, modernismo). Os construtivistas por meio da experimentação
formal procuravam uma linguagem universal da arte, passível de ser absorvida
por toda humanidade.
A segunda e mais
importante fase do movimento surgiu de artistas como Sol Le Witt, Frank Stella,
Donald Judd e Robert Smithson, cuja produção tendia ultrapassar os conceitos
tradicionais sobre a necessidade do suporte: procuravam estudar as
possibilidades estéticas a partir de estruturas bi ou tridimensionais.
O minimalismo exerceu
grande influência em vários campos de atividade do design, como a programação
visual, o desenho industrial, na arquitetura. Os minimalistas produzem objetos
simples em sinônimo de sofisticação.
A música minimalista
nasceu com a série Composições 1960, criada por La Monte Young, esta pode ser
cantada apenas com duas notas.
Minimalismo e a decoração
A literatura minimalista
caracteriza-se pela economia de palavras, onde os autores minimalistas evitam
advérbios e sugerem contextos a ditar significados.
Minimalismo
e a moda
Fonte: Equipe Brasil
Escola





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