segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

BOM DIA PARA QUEM É DO DIA, BOA NOITE PARA QUEM É DA NOITE


 Leiam aqui (abaixo): LÍDER TUCANO SOBRE ATAQUE DO PT A FHC: “TOPAMOS A BRIGA, NÃO VAMOS NOS INTIMIDAR”.


22 DE FEVEREIRO DE 2016

Celebração

Dia do Auxiliar dos Serviços Gerais

Epígrafe

“Não manda bem quem tem a ânsia de mandar. ” 
 John Ruskin


Dica do dia

1819 – 1900


John Ruskin foi um escritor mais lembrado por seu trabalho como crítico de arte e crítico social britânico. Foi também poeta e desenhista. Os ensaios de Ruskin sobre arte e arquitetura foram extremamente influentes na era Vitoriana, repercutindo até hoje.

Um dos desenhos de John Ruskin

“Somente quando encontramos o amor, é que descobrimos o que nos faltava na vida. ”
John Ruskin




LÍDER TUCANO SOBRE ATAQUE DO PT A FHC: “TOPAMOS A BRIGA, NÃO VAMOS NOS INTIMIDAR”.

Josias de Souza



Líder do PSDB no Senado, Cássio Cunha Lima (PB) disse que o tucanato saberá reagir se o PT levar adiante a intenção de “arrastar para o embate político as questões pessoais” envolvendo o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e a jornalista Mirian Dutra, com quem manteve relações extraconjugais.

“Avaliamos que o partido não deve entrar nesse assunto. Mas se quiserem trazer para a arena política, topamos a briga, não vão nos intimidar. Isso só revela o grau de desespero político do PT”, disse Cássio ao blog na noite da quinta-feira passada.

Horas antes, deputados petistas cobraram no plenário da Câmara a abertura de investigação para apurar a revelação feita por Mirian Dutra de que FHC utilizara uma empresa para enviar-lhe dinheiro no exterior.

“Ao longo do tempo, nunca trouxemos questões pessoais de ninguém para o embate político”, afirmou Cássio. “E não foi por falta de elementos. Recorde-se o caso de Rosemary Noronha [ex-chefe do escritório da Presidência da República em São Paulo no governo Lula]. Se quiserem, estamos prontos para brigar com qualquer arma. Não nos abalaremos com esse tipo de coisa.”
Nas palavras do senado, “a estratégia do PT é conhecida: eles querem apagar a luz do quarto para que, no escuro, todos fiquem iguais. Querem nos tornar iguais a eles. Só que nós somos diferentes.”
O líder tucano conversou com FHC pelo telefone nesta quinta-feira. Disse que ele está “chateado, mas tranquilo.” Na opinião do senador, o episódio serviu para “demonstrar a decência de Fernando Henrique como cidadão, pois, mesmo tendo dois testes de DNA negando que fosse o pai biológico de Tomás, filho da jornalista, ele manteve o mesmo tratamento com o rapaz, que o chama de pai. Manteve o custeio dos seus estudos, com dinheiro próprio, de origem lícita.”

Líder do PSDB no Senado, Cássio Cunha Lima (PB) disse que o tucanato saberá reagir se o PT levar adiante a intenção de “arrastar para o embate político as questões pessoais” envolvendo o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e a jornalista Mirian Dutra, com quem manteve relações extraconjugais.

“Avaliamos que o partido não deve entrar nesse assunto. Mas se quiserem trazer para a arena política, topamos a briga, não vão nos intimidar. Isso só revela o grau de desespero político do PT”, disse Cássio ao blog na noite desta quinta-feira.

Horas antes, deputados petistas cobraram no plenário da Câmara a abertura de investigação para apurar a revelação feita por Mirian Dutra de que FHC utilizara uma empresa para enviar-lhe dinheiro no exterior.

“Ao longo do tempo, nunca trouxemos questões pessoais de ninguém para o embate político”, afirmou Cássio. “E não foi por falta de elementos. Recorde-se o caso de Rosemary Noronha [ex-chefe do escritório da Presidência da República em São Paulo no governo Lula]. Se quiserem, estamos prontos para brigar com qualquer arma. Não nos abalaremos com esse tipo de coisa.”
Nas palavras do senado, “a estratégia do PT é conhecida: eles querem apagar a luz do quarto para que, no escuro, todos fiquem iguais. Querem nos tornar iguais a eles. Só que nós somos diferentes.”
O líder tucano conversou com FHC pelo telefone nesta quinta-feira. Disse que ele está “chateado, mas tranquilo.” Na opinião do senador, o episódio serviu para “demonstrar a decência de Fernando Henrique como cidadão, pois, mesmo tendo dois testes de DNA negando que fosse o pai biológico de Tomás, filho da jornalista, ele manteve o mesmo tratamento com o rapaz, que o chama de pai. Manteve o custeio dos seus estudos, com dinheiro próprio, de origem lícita.”



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