Caculé é um município do estado da Bahia,
distante cerca de 782 quilômetros da capital. Sua população estimada em 2014 era
de 23.392 habitantes.
A lei estadual nº 1.365, de 14 de agosto de 1919,
criou o município de Caculé, com território desmembrado do de Caetité.
A sua instalação ocorreu a 1 de janeiro de 1920. Desta maneira foi o arraial de Caculé elevado à categoria de vila. Em 30 de março de 1938, a vila de Caculé transformou-se em cidade.
O Decreto-lei estadual nº 519, de 19 de junho de 1945,
criou a Comarca de Caculé constituída pelo termo único
de idêntico nome, desmembrado da de Caetité.
Segundo o quadro administrativo do País, vigorante
em 1 de janeiro de 1960, o município era composto de 4 distritos:
Caculé, Ibiassucê, Ibitira e Rio do Antônio.
Nas terras que hoje integram o município de Caculé
existiu primeiro a fazenda Jacaré, de propriedade de Dona Rosa Prates:
estendiam-se elas de Jacaré,
povoado do distrito de Ibiassucê, até os atuais limites do distrito de Caculé.
Em 1860, dona
Rosa doou um terreno ao Sagrado Coração de Jesus, para ser erguida uma capela sob
essa invocação, no local onde atualmente se ergue a cidade.
A tradição registra que um escravo do fazendeiro Manoel Caculé - após a abolição
da escravatura passou a morar à margem de uma lagoa existente no local.
Os viajantes que tomavam aquela direção, ao se
cruzarem pelo caminho, perguntavam, uns aos outros, de onde vinham e para onde
iam, e a resposta era sempre a mesma: lagoa do
Caculé. Este nome passou assim a designar o acidente geográfico, depois o
povoado e mais tarde estendeu-se a todo o município de Caculé.
Caculé foi emancipada em 14 de agosto de 1919. Seu
surgimento foi ocorrido por volta de 1854.
A mais popular é o São João, Que atrai muitos turistas para comemorações
juninas da cidade. Outra de grande importância religiosa para os católicos é a
festa do Padroeiro, O Sagrado Coração de Jesus, que acontece em setembro, com
procissões, louvores, hinos, hasteamento do mastro, e como de costume as
alvoradas na madrugada.
O Município limita-se:
Rio do
Paiol
Rio da
Faca
A economia de Caculé gira em torno de áreas
distintas, o comércio de cerâmica, cofres, algodão, materiais de construção,
agricultura, criação de bovinos, caprinos e suínos, além de produtos derivados
da cana de açúcar. Valendo ressaltar que nos últimos anos houve um crescimento
considerável nas vendas de cofres, telhas, blocos e lajotas, o que tem
movimentado o comércio local e gerado emprego e renda à população.












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