Brasil: comportamento
Baiano, ex BBB, ora Deputado Federal, pelo Rio de Janeiro, não sabe
conviver com contrários. Num péssimo exemplo para a juventude. Esta é a opinião equilibrada deste Blog, que
tem princípios, mas não agride àqueles seus divergentes.
Fabiana Maranhão e Wellington
Ramalhoso
Do UOL, em Brasília
Do UOL, em Brasília
O
deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), (após votar contra o impeachment),
disse que realmente cuspiu em direção a seu colega Jair Bolsonaro (PSC-RJ)
e afirmou que faria de novo. "Eu cuspiria na cara dele quantas vezes eu
quisesse", declarou. O deputado disse que não teme ser
processado. Wyllys disse ter sido insultado por Bolsonaro.
"Na
hora que eu fui votar esse canalha decidiu me insultar na saída e tentar
agarrar meu braço, ele ou alguém que estivesse perto dele. Quando eu vi o
insulto, eu devolvi com um cuspe na cara dele, que é o que ele merece",
afirmou.
Bolsonaro
disse que a cusparada foi um fato gravíssimo, mas ele não decidiu se processará
o parlamentar.
"Eu
vou ver o que eu faço. Isso aí é gravíssimo. Uma cusparada não pode existir no
parlamento. Não gosto de processar ninguém, não. Tenho centenas de processos aí
por homofobia. Respeito os outros e tenho direito a ser respeitado nas minhas
ideias, palavras, votos e opiniões. Uma cusparada foge da normalidade",
declarou Bolsonaro.
De
acordo com ele, o deputado federal Luiz Carlos Heinz (PP-RS) também foi
atingido. "É o desespero. Perderam, democraticamente perderam. Chegou uma
parte [do cuspe], 30% em mim e o resto no Luiz Carlos Heinz."
Bolsonaro
afirmou que as homenagens feitas por ele no discurso que fez ao votar pelo
impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) irritaram Wyllys. "O meu
encaminhamento [voto] ele não gostou obviamente porque eu peguei pesado.
Perderam em 1964 e em 2016, parabéns ao coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra,
que era o pavor de Dilma Rousseff. Me encaminhei pelas Forças Armadas, pela
democracia, em defesa da família e das crianças nas escolas. Talvez seja isso,
né? Ele queria aprovar o kit gay aqui, perverter nossas crianças em sala de
aula. Talvez seja isso que tenha tornado ele um tanto quanto agressivo. Baixou
o nível."
Antes,
Bolsonaro havia dado declaração inflamada e polêmica ao aceitar o impeachment
da presidente Dilma (PT). Ele exaltou o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra,
ex-chefe do DOI-Codi e acusado de comandar torturas durante a ditadura
militar.


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