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quinta-feira, 6 de outubro de 2016

HIDRA DE LERNA

 Mitologia grega: Hidra de Lerna








Um mito lendário grego

A Hidra de Lerna (em grego antigo: Ὕδρα), na mitologia grega, era um monstro, filho de Tifão e Equidna, que habitava um pântano junto ao lago de Lerna, na Argólida, hoje o que equivaleria à costa leste da região do Peloponeso. A Hidra tinha corpo de dragão e três cabeças de serpente (quando uma delas cortadas crescia 2 no lugar da cortada)  cujo hálito era venenoso e que podiam se regenerar.

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

NARCISO

 Mitologia
















Narciso - narcisismo

Narciso ou O Auto-Admirador (em grego antigo: Νάρκισσος), na mitologia grega, era um herói do território de Téspias, Beócia, famoso pela sua beleza e orgulho.

quinta-feira, 21 de abril de 2016

HERA, A PRINCIPAL DEUSA DO OLIMPO



Mitologia Grega



Hera (em latim: Ἥρα, transl. Hēra ou Ἥρη, transl. Hērē), no mito grego, é a deusa das bodas, da maternidade, do céu e das esposas, equivalente de Juno no mito romano. Irmã e esposa de Zeus, é a rainha dos deuses, e patrona da fidelidade conjugal. Retratada como majestosa e solene, muitas vezes coroada com os polos (uma coroa alta cilíndrica usada por várias deusas), Hera é geralmente representada ostentando na mão uma romã, símbolo da fertilidade, sangue e morte, e substituto das cápsulas da papoula de ópio. A vaca e, posteriormente, o pavão eram seus animais simbólicos principais. Íris era a sua fiel atendente, também mensageira e aia.

segunda-feira, 11 de abril de 2016

sábado, 27 de fevereiro de 2016

O INFERNO FOI CRIADO POR NÓS OU POR DEUS?

Mitologia


Inferno é um termo usado por diferentes religiões, mitologias e filosofias, representando a morada dos mortos, ou lugar de grande sofrimento e de condenação. A origem do termo é latina: infernum, que significa "as profundezas" ou o "mundo inferior".

A palavra inferno, que hoje conhecemos, origina-se da palavra latina pré-cristã inferus "lugares baixos", infernus. Na Bíblia latina, a palavra é usada para representar o termo hebraico Seol e os termos gregos Hades e Geena, sem distinção. A maioria das versões em idioma português seguem o latim, e eles não fazem distinção do original hebraico ou grego.


quarta-feira, 22 de julho de 2015

OS DRAGÕES MUNDO AFORA

Mitologia

Uma lenda adotada pela maioria dos países

Dragões ou dragos (do grego drákon, δράκων) são criaturas presentes na mitologia dos mais diversos povos e civilizações. São representados como animais de grandes dimensões, normalmente de aspecto reptiliano (semelhantes a imensos lagartos ou serpentes), muitas vezes com asas, plumas, poderes mágicos ou hálito de fogo. A palavra dragão é originária do termo grego drakôn, usado para definir grandes serpentes.
Em vários mitos são apresentados literalmente como grandes serpentes, como eram inclusive a maioria dos primeiros dragões mitológicos, e em suas formações quiméricas mais comuns. A variedade de dragões existentes em histórias e mitos é enorme, abrangendo criaturas bem mais diversificadas. Apesar de serem presença comum no folclore de povos tão distantes como chineses ou europeus, os dragões assumem, em cada cultura, uma função e uma simbologia diferentes, podendo ser fontes sobrenaturais de sabedoria e força, ou simplesmente feras destruidoras.
Os Dragões talvez sejam uma das primeiras manifestações culturais ou mito criados pela humanidade.
Muito se discute a respeito do que poderia ter dado origem aos mitos sobre dragões em diversos lugares do mundo. Em geral, acredita-se que possam ter surgido da observação pelos povos antigos de fósseis de dinossauros e outras grandes criaturas, como baleias, crocodilos ou rinocerontes, tomados por eles como ossos de dragões.

quarta-feira, 8 de julho de 2015

OS CENTAUROS NA MITOLOGIA GREGA

Mitologia grega
  


Na mitologia grega, o centauro (em grego Κένταυρος, Kentauros, "matador de touros", plural Κένταυρι, Kentauri; em latim Centaurus/Centauri) é uma criatura com cabeça, braços e dorso de um ser humano e com corpo e pernas de cavalo. 

Os centauros viviam nas montanhas de Tessália e repartiam-se em duas famílias:
Os filhos de Íxion e Nefele, que simbolizavam a força bruta, insensata e cega. Viviam originalmente nas montanhas da Tessália e alimentavam-se de carne crua. Alternativamente, consideravam-se filhos de Kentauros (o filho de Íxion e Nefele) e

quarta-feira, 17 de junho de 2015

LILITH – DEUSA DA MESOPOTÂMIA, UMA INTRIGANTE PROTAGONISTA DA HISTÓRIA

Mitologia mundial


Foi associada com ventos e tempestades. Imaginava-se portadora de doenças e da morte

Lilith (comumente o anglicanismo Lilith) (em hebraico: לילית, em antigo árabe: ليليث) foi uma deusa adorada na Mesopotâmia associada com ventos e tempestades e que se imaginava ser um portador de doenças, enfermidade e morte.
Lilith aparece como um demônio noturno na crença tradicional judaica e islâmica como a primeira mulher do bíblico Adão, sendo que em uma passagem (Patai 81: 455f) ela é acusada de ser a serpente que levou Eva a comer o fruto proibido. Esta afirmação de que Lilith foi a predecessora de Eva, no entanto, surge apenas pela primeira vez no Alfabeto de Ben-Sira composto por volta do Século VII, sendo que nunca antes havido existido esta conexão a Adão e Eva nem tão pouco à Criação .
Mais recentemente, esta história tem sido cada vez mais adotada sendo até discutida se é ou não contada na Bíblia. Porém, além da passagem referida abaixo, esta não é mais referida.
Lilith vem sendo cultuada dentro da alta magia desde então, como a deusa que rege a ponta da pirâmide, Lilith também era adorada primeiramente na antiga Babilônia.

Lilith como a serpente em pintura de Rafael Sanzio em 1508 d.C

terça-feira, 2 de junho de 2015

A HISTÓRIA DE MIDAS

Mitologia grega

O rei Midas realmente existiu

Midas é um personagem da mitologia grega, rei da Frígia. É baseado em um rei de mesmo nome da Frígia (uma região da moderna Anatólia, Turquia), do século VIII a.C., havendo sobre esse rei dois conhecidos mitos. Tinha um filho chamado Litierses, que servia a ele como protetor (Litierses era conhecido como "Ceifador de homens", devido à sua fama de decapitar os inimigos).


O principal mito atribuído a Midas, o de transformar em ouro tudo o que tocava, adquiriu um caráter simbólico e metafórico na sociedade contemporânea, sendo facilmente compreensíveis na nossa cultura analogias simbólicas como a de um "complexo de Midas".

quinta-feira, 14 de maio de 2015

PÉGASO – CAVALO ALADO

Mitologia grega


Símbolo da imortalidade, também uma constelação do hemisfério celestial norte

Pégaso (em grego: Πήγασος; transl.: Pégasos) é um cavalo alado símbolo da imortalidade. Sua figura é originária da mitologia grega, presente no mito de Perseu e Medusa.


Constelação Pégaso

segunda-feira, 11 de maio de 2015

SÍSIFO, O MAIS ASTUTO DOS MORTAIS, MESTRE DA MALÍCIA E DA FELICIDADE

Mitologia grega

Trabalho fadado ao fracasso

 Sísifo, de Tiziano, 1549

Na mitologia grega, Sísifo, filho do rei Éolo, da Tessália, e Enarete, era considerado o mais astuto de todos os mortais.
Foi o fundador e primeiro rei de Éfira, depois chamada Corinto, onde governou por diversos anos. Casou-se com Mérope, filha de Atlas, sendo pai de Glauco e avô de Belerofonte.
Éolo foi um dos filhos de Heleno, filho de Deucalião, e reinou sobre a Tessália. Enarate era filha de Deimachus.


Éolo e Enarete tiveram vários filhos: Creteu, Sísifo, Deioneu, Salmoneu, Atamante, Perieres, Cercafas e Magnes, e filhas, Calice, Peisidice, Perimele, Alcione e Cânace.
Mestre da malícia e da felicidade, ele entrou para a tradição como um dos maiores ofensores dos deuses.
Segundo Higino, ele odiava seu irmão Salmoneu; perguntando a Apolo como ele poderia matar seu inimigo, o deus respondeu que ele deveria ter filhos com Tiro, filha de Salmoneu, que o vingariam. Dois filhos nasceram, mas Tiro, descobrindo a profecia, os matou. Sísifo se vingou... e, por causa disso, ele recebeu como castigo na terra dos mortos empurrar uma pedra até o lugar mais alto da montanha, de onde ela rola de volta.

quarta-feira, 6 de maio de 2015

EURÍDICE DE ORFEU

Mitologia grega

Um amor sem fronteiras entre o céu e o inferno

 Orfeu toca e canta para a sua Eurídice

O amor de Orfeu por Eurídice é descrito na literatura com dos mais belos já concebidos pelos humanos

A mais célebre das heroínas com este nome é a dríade, mulher de Orfeu.
Um dia, quando passeava com as Náiades, suas companheiras, numa pradaria da Trácia, foi picada por uma serpente. Virgílio para associar esta lenda à de Aristeu, supõe que o incidente se deu enquanto a jovem fugia de Aristeu, que corria atrás dela para violá-la. Orfeu, seu marido, chorou desesperadamente a sua morte e não hesitou em descer aos infernos para procurá-la. Conseguiu, com os seus cantos, comover as

Fuga do mundo das sombras

divindades infernais e obteve a permissão a permissão de trazer Eurídice à luz do dia, com a condição de não olhar para ela antes de haver chegado à superfície. Ela seguia atrás dele, percorrendo o caminho do regresso, e estavam prestes a sair do mundo das trevas ou sombras, quando Orfeu, não conseguiu resistir por mais tempo o desejo de vê-la novamente, e encarou-a. No mesmo instante em que o fez, uma força irresistível arrastou novamente Eurídice para os infernos e Orfeu teve de voltar sozinho à terra.
Outras versões criticam os gregos por acreditarem em muitas histórias inverídicas, dentre elas a história de que Orfeu era filho de uma musa e desceu ao Hades. Orfeu teria ido a Aornumna, Tesprócia, onde havia um oráculo dos mortos, acreditando que o espírito de Eurídice o seguia; mas o espírito foi embora quando ele se virou, e, por tristeza, ele cometeu suicídio.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

NARCISO, O HERÓI GREGO

Mitologia grega


Um herói famoso por sua rara beleza e orgulho, seu equivalente romano era Valentim, erroneamente confundido com Cupido


Na mitologia grega, Narciso ou O Auto-Admirador (Língua grega: Νάρκισσος ), era um herói do território de Téspias, Beócia, famoso pela sua beleza e orgulho. Várias versões do seu mito sobreviveram: a de Ovídio, das suas Metamorfoses; a de Pausânias, do seu Guia para a Grécia(9.31.7); e uma encontrada entre os  Papiros de Oxirrinco, Chenoboskion, também chamada Oxyrhynchus. Era filho do deus-rio Cefiso e da ninfa Liríope. No dia do seu nascimento, o adivinho Tirésias vaticinou que Narciso teria vida longa desde que jamais contemplasse a própria figura. Seu equivalente romano é Valentim; ainda que este seja pouco representado, e comumente confundido com Cupido.

segunda-feira, 30 de março de 2015

A MITOLOGIA TUPI-GUARANI

Mitologia

Como os índios descrevem a criação do mundo

 A mitologia tupi-guarani refere-se às crenças tradicionais dos povos tupis-guaranis, que habitam, hoje em dia com muito menos pessoas, o leste da América do Sul. Seu Deus principal é Tupã, Deus sol e logo em seguida vem Jaci, deusa lua. Danças e cantigas são utilizadas para louvar aos deuses e pedir coisas a eles, como a Dança da Chuva e a Dança do Sol.


A figura primária na maioria das lendas guaranis da criação é Iamandu (ou Nhanderuvuçu ou Tupã), o deus trovão e realizador de toda a criação. Com a ajuda da deusa lua Jaci (ou Araci), Tupã desceu à Terra num lugar descrito como um monte na região do Areguá, Paraguai, e deste local criou tudo sobre a face da Terra, incluindo o oceano, florestas e animais. Também as estrelas foram colocadas no céu nesse momento.

segunda-feira, 23 de março de 2015

O DEUS PLUTÃO É UM POSSUIDOR DE RIQUEZAS

MITOLOGIA


É um sobrenome ritual do deus dos infernos. Foi assimilado ao deus latino Dis Pater (que é como ele, originariamente uma divindade agrária), porque é do solo que advém toda riqueza.

Plutão (do grego antigo Pluto = rico) ou Dis (do latim dives = rico) é como ficou conhecido o deus dos mortos e das riquezas na mitologia romana, após a introdução dos mitos e da literatura gregas; é que, originalmente, não possuíam os romanos uma noção de um reino para a felicidade ou infelicidade pós-morte, como o Hades grego - senão uma imensa cavidade, chamada Orco, que mais tarde passou a identificar-se com o submundo grego. Ao deus que o comandava, então, incorporaram Hades, sob o seu epíteto de Pluto.


Ele também era responsável por tudo que se encontra abaixo da solo.