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quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

O INVENTOR DO AR-CONDICIONADO, VENERADO QUANDO CHEGA O CALOR

Ciência/tecnologia

Willis Carrier criou o mecanismo que mudou para sempre a relação do homem com o calor
Revista Time o considerou um dos personagens mais influentes do século XX




Willis Carrier junto a uma de suas máquinas. / WILLISCARRIER.COM

SATÉLITE A QUESE DOIS MILHÕES DE KM DA TERRA CAPTURA IMAGEM INÉDITA DE ECLIPSE LUNAR

Ciência/Tecnologia


Jonathan AmosCorrespondente de Ciência da BBC News, de São Francisco (EUA)


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Um satélite americano estacionado a um milhão de milhas (1,6 milhão de km) da Terra conseguiu um registro único de um eclipse lunar.

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

SATÉLITE EUROPEU DISPONIBILIZA IMAGENS EM ALTA RESOLUÇÃO DA TERRA – ENCONTRE SUA CASA

Ciência/tecnologia


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Image copyright Image caption


O Sentinel-2a, novo satélite de observação da União Europeia, entrou em operação.
Usuários podem agora, mediante um registro simples na internet, baixar qualquer imagem do planeta.

domingo, 13 de dezembro de 2015

A LUA COM GÊISERES DE VAPOR QUE PODE TER MELHOR CONDIÇÃO PARA VIDA DEPOIS DA TERRA



Curiosidade: ciência e tecnologia


Jonathan Amos Correspondente de Ciência da BBC News



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Image copyright Image caption O 'parque interplanetário de gêiseres de Enceladus': destino turístico do futuro? 
A sonda Cassini, um projeto conjunto da Agência Espacial Europeia (ESA na sigla inglesa) e da Agência Espacial americana (Nasa), fez descobertas incríveis em Saturno, mas nenhuma supera as revelações extraordinárias sobre Enceladus.

sábado, 28 de novembro de 2015

A TECNOLOGIA QUE PROMETE INTERNET 100 VEZES MAIS RÁPIDA DO QUE COM WIFI

Ciência e tecnologia



BBC MundoTecnologia

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Image copyright Image caption Grandes fabricantes estão interessadas em produzir smartphones compatíveis com LiFi

A popular tecnologia de transmissão de dados sem fio WiFi está prestes a se tornar ultrapassada.

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

SERÁ QUE A TECNOLOGIA PODE SER PARCEIRA DA NATUREZA?

Ciência e tecnologia



Molly FlattDa BBC Earth





                             Image copyright Image caption Especialistas acreditam em uma colaboração cada vez maior entre tecnologia e natureza
É muito fácil pensar na natureza e na tecnologia como duas entidades imersas em uma luta de boxe que já dura séculos e que está para terminar em nocaute a qualquer instante.

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

OS TELEFONES CELULARES, TAL COMO CONHECEMOS HOJE, VÃO DESAPARECER.

Os celulares vão mudar de 'cara'. Mas, terão um protagonismo ainda maior em nossas vidas.






Espectadores de um jogo da Liga entre o Real Madrid e Barcelona em 2014. / ALEJANDRO RUESGA


Não podemos viver sem ele. Sentimos pânico e até fobia (monofobia) quando não o temos por perto. É o objeto que mais tempo passa conosco, superando até mesmo o tempo que dedicamos a nossos seres mais queridos. O celular, companheiro inseparável, em pouco mais de 30 anos de vida se transformou no dispositivo tecnológico mais adotado na história da humanidade, sendo um fenômeno mundial. Já há mais celulares do que humanos no planeta.

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

POR QUE NÃO VOLTAMOS À LUA?

Ciência/tecnologia
POR QUE NÃO VOLTAMOS À LUA?

Há 43 anos os terráqueos não pisam no seu satélite, apesar da existência de projetos ambiciosos para tal.
A Ideia era instalar ali colônias de homens e robôs e explorar seus recursos.


 Edwin F. Aldrin, durante seu passeio pela superfície da Lua, em 1969. / REUTERS

Há ideias fantásticas para voltar à Lua. E não apenas para que um punhado de astronautas realizem algumas excursões curtas, mas para ir implantando autênticas bases permanentes, talvez colônias de homens e mulheres para desenvolver atividades científicas, de exploração dos recursos locais ou que funcionem como estação intermediária para a exploração de outros mundos, Marte sendo o primeiro, claro. Cada uma das potências espaciais levantou em algum momento a possibilidade de dar o salto de 384.000 quilômetros que separam a Terra de seu satélite natural. Sempre estão sendo feitos estudos mais ou menos detalhados de como seriam essas colônias: escavadas no subsolo, unindo módulos na superfície... Até foi lançada recentemente uma iniciativa para aproveitar a tecnologia de impressão 3D para construir uma base com materiais do próprio solo lunar, sem ter que levar tudo de casa.
O que não existe em marcha é um programa espacial lunar sólido, financiado, e seria preciso um gigantesco investimento com calendário para que os seres humanos voltassem a pisar na Lua dentro de um prazo razoável e, desta vez, para ficar. E sem dinheiro (mais tecnologia, ciência e vontade política) não há exploração do espaço nesta escala; a NASA sabe bem disso, ao conseguir combinar todos estes elementos imprescindíveis há meio século para colocar no solo lunar os astronautas do programa Apollo. Os últimos, Eugene Cernan e Harrison Schmitt, da Apollo 17, se despediram da superfície do satélite em 14 de dezembro de 1972.
 “Uma das minhas ideias é ir à Lua, do lado escuro, e colocar ali robôs e seres humanos em uma estação permanente, e não levar tudo que é necessário daqui, mas usar material lunar, e construir lá, por exemplo, um grande telescópio”, disse recentemente o novo diretor-geral da Agência Espacial Europeia (ESA), o alemão Jan Woerner, que estreou no cargo em 1º de julho. Mas a iniciativa europeia não conta com um projeto devidamente financiado para tornar realidade missões tripuladas ao nosso vizinho do sistema solar, o único já pisado pelo homem além da Terra. E a NASA, olhando para Marte e para algum outro asteroide, acompanha essas iniciativas com o canto do olho, sem se comprometer. “Nunca disse que os Estados Unidos não vão voltar à superfície da Lua. O que digo é que, em um futuro previsível, dado o orçamento que tem a NASA, onde estamos e o que precisamos tecnologicamente para ir a Marte, não serão os EUA que liderarão uma expedição à superfície lunar”, disse o diretor da agência espacial dos EUA, Charles Bolden, há dois anos, e repetiu várias vezes. Claro, salientando que, se outra potência espacial decidir ir à Lua, “forneceremos nossa capacidade tecnológica com a única condição de que permitam enviar um astronauta nosso como parte da tripulação”.
Uma dúzia de astronautas no total, em seis missões Apollo, desceram ao solo lunar entre julho de 1969 e dezembro de 1972. A aventura científico-tecnológica, com forte substrato político, começou em maio de 1961, com a declaração histórica do presidente John F. Kennedy: “Acredito que esta nação deve se comprometer a conseguir o objetivo, antes de terminar esta década, de colocar um homem na Lua e trazê-lo de volta em segurança para a Terra”. E conseguiu, em julho de 1969, quando Neil Armstrong e Buzz Aldrin chegaram ao Mar da Tranquilidade. Em plena guerra fria e com a dianteira que tinha tomado a União Soviética no espaço, ao colocar em órbita o primeiro satélite artificial da Terra (o Sputnik, 1957), lançar no espaço o primeiro animal (a cadela Laika, 1957), enviar a primeira sonda a atingir o solo lunar (1959) e obter, nesse mesmo ano, as primeiras fotos do lado oculto da lua, os Estados Unidos não podiam ficar para trás. Começou a corrida para a Lua e a URSS acabou perdendo. Mas os avatares e razões políticas não podem tirar nem um pouco do mérito científico e tecnológico colossal do programa Apollo.
Uma dúzia de astronautas ao todo, em seis missões Apolo, desceram ao chão lunar entre julho de 1969 e dezembro de 1972

No auge da Apollo, a NASA chegou a contar (1966) com 4,4% do orçamento federal dos EUA. O custo da Lua foi muito alto. E, tendo alcançado o objetivo, a esmagadora demonstração de poder tecnológico, o esforço foi abandonado. Em 1973, o orçamento da NASA tinha caído para 1,3% do federal e continuou em declínio. Em 2015, com 18 bilhões de dólares, a agência espacial norte-americana conta com cerca de 0,5% do orçamento federal, e os ambiciosos planos de enviar astronautas a Marte ou a um asteroide, sem esquecer a Lua, ainda estão à espera de financiamento para se tornar realidade.
Não é que a exploração lunar tenha sido abandonada desde 1972. Depois de algumas décadas de pouca atividade, nos anos noventa foi retomada com relativo ímpeto a exploração e a investigação da Lua com sondas espaciais automáticas, sem astronautas. Naves em órbita e módulos de aterrissagem foram enviados e, desta vez, não apenas norte-americanos e russos. Japão e Europa lançaram missões espaciais lunares e, mais recentemente, juntaram-se a esta aventura não tripulada, e com sucesso, Índia e China. Pequim tem grandes ambições espaciais, depois das conquistas com seus astronautas em órbita e o início da construção de uma estação espacial, declarou sua intenção de enviar seres humanos à Lua, com o objetivo de explorar os recursos naturais de lá.
Os robôs que, como adianta Woerner, vão colaborar com os seres humanos nas futuras colônias lunares, até agora têm exclusividade na investigação in situ. Muita ciência e exploração foi feita após as viagens da Apollo. Os astronautas trouxeram 380 quilos de amostras de grande interesse científico (mais 326 gramas que trouxeram os soviéticos com sondas robóticas), mas não foi um programa projetado principalmente para fazer ciência na Lua, sobretudo as primeiras viagens. No momento apenas uma pequena parte do satélite foi explorado. Já neste século, as sondas automáticas permitiram a criação de mapas de alta resolução de toda a superfície lunar e sua composição química, sua atmosfera tênue foi estudada, sua gravidade, e assim por diante.
O que parece claro é que os próximos projetos lunares tripulados, especialmente se pensarmos em bases permanentes, não serão de um único país ou uma única agência, mas de cooperação, já que o custo seria muito elevado. E para quê? Muitos dirão que a curiosidade humana, a vontade de exploração é, em si mesmo, o motor principal. Mas também podem existir recursos a serem explorados na Lua, como o hélio-3 que serviria como combustível para futuros reatores de fusão nuclear. Poderia ser obtido ali o oxigênio para ser usado como combustível de naves espaciais que permitiriam partir para a exploração de objetivos distantes no Sistema Solar, aproveitando a menor gravidade lunar, o que torna mais fácil e mais barata a decolagem em relação à partida de foguetes da Terra. A astronomia teria no lado oculto da Lua, um lugar privilegiado para instalar telescópios, com pouca atmosfera e protegidos da poluição eletromagnética artificial que é emitida da Terra.

Talvez sejam, no começo, apenas acampamentos lunares com um punhado de pessoas, que irão sendo ampliados, ganhando complexidade e aumentando as atividades para reduzir a dependência dos fornecimentos terrestres. Alguns estimam que em meados deste século já vai existir uma colônia permanente na Lua. Mas é preciso dar o primeiro passo.

segunda-feira, 27 de julho de 2015

A VIAGEM DA PRIMEIRA PESSOA QUE PISOU NA AMÉRICA

CIÊNCIA: GENÉTICA
  
Dois estudos falam da chegada dos primeiros americanos da Sibéria há 15.000
 anos
  
MANUEL ANSEDE 
El País – o jornal globao, Facebook 

Crânio de um pericú analisado no estúdio da revista 'Science'. / CRISTINA VALDIOSERA

É evidente que Cristóvão Colombo não descobriu a América. Quando chegou com suas caravelas, em 1492, ela já estava habitada de ponta a ponta. Os cientistas vêm quebrando a cabeça há décadas para descobrir de quem foi a honra de ser o primeiro a pisar no continente, e dois estudos novos agora lançaram luz sobre o enigma. Um deles, liderado pelo geneticista Eske Willersly, da Universidade de Copenhague (Dinamarca), detalha o itinerário seguido pelos autênticos pais da América.
Os primeiros valentes que ousaram explorar o continente partiram da atual Sibéria há, no máximo, 23.000 anos atrás, durante o Último Máximo Glacial, uma época em que o norte da Europa estava completamente coberto de gelo. Aqueles pioneiros, um grupo de caçadores, teriam passado 8.000 anos isolados na Beríngia, uma ponte de terra hoje submersa e convertida em um braço de mar entre a Sibéria e o extremo noroeste da América, segundo o trabalho de Willerslev.

quarta-feira, 22 de julho de 2015

DEPOIS DE PLUTÃO, SEIS PROJETOS QUE DEVEM REVOLUCIONAR A FORMA COMO VEMOS O ESPAÇO

Ciência/Espaço
CiênciaBBC Mundo


Na semana passada, a comunidade científica mundial presenciou uma das missões espaciais mais fascinantes dos últimos tempos: depois de viajar por mais de nove anos, a sonda New Horizons, da Nasa, se aproximou de Plutão e capturou imagens que mostram o planeta anão como nunca antes.
O momento mais emocionante já passou, mas a missão está longe de sua conclusão. Nos próximos 16 meses a nave, agora a caminho de outros objetos que estão no cinturão de asteroides de Kuiper, vai continuar enviando tudo o que registrar durante a expedição. A interpretação destes dados pode demorar anos.
Mas, além deste projeto, há outros que prometem surpreender os cientistas nos próximos anos. Veja abaixo quais são.
ExoMars

O veículo robótico viajará para Marte em 2018

quarta-feira, 15 de julho de 2015

PRIMEIROS INDÍCIOS DE QUE HÁ UM CONTINENTE EM MARTE

Ciência
Robô 'Curiosity' detecta pela primeira vez uma crosta continental no planeta vermelho
Marte pode ter sido um mundo viável para micro-organismos

NUÑO DOMÍNGUEZ 13 JUL 2015

O robô 'Curiosity' captado pela sonda MRO em 8 de abril. / NASA

Há um robô do tamanho de um utilitário que anda por Marte disparando raios laser. Sua luz concentra a potência de um milhão de lâmpadas em um ponto milimétrico e permite analisar as rochas a distância. Essa tecnologia abre uma janela única para o que ocorreu no planeta há bilhões de anos e, graças a ela, o Curiosity acaba de encontrar indícios do que poderia ser o primeiro continente achado em Marte.
Os resultados do experimento ChemCam, publicado nesta segunda-feira na Nature Geoscience, indicam que há rochas marcianas com uma composição muito similar à da crosta continental da Terra. Esse tipo de rocha forma todos os continentes terrestres e tem uma composição diferente da crosta que há sob os oceanos. Essa atividade geológica foi fundamental para que a Terra pudesse desenvolver vida e os novos dados apontam que o planeta vermelho tinha uma atividade semelhante, muito maior do que se pensava até agora.

sexta-feira, 3 de julho de 2015

COMO NOBEL EM DNA DESCOBRIU SEGREDOS 'CHOCANTES' SOBRE A PRÓPRIA GENÉTICA

Leiam a fantástica história do cientista Paul Nurse

Em 2001, o cientista britânico Paul Nurse ganhou um prêmio Nobel por suas pesquisas sobre o papel do DNA na divisão e na multiplicação celular. Anos depois, por acaso, faria descobertas chocantes sobre sua própria genética. As revelações, no entanto, deixaram lacunas que, até hoje, o cientista não preencheu.

Paul Nurse foi criado em Londres em uma família sem muitos recursos ou inclinação para estudos. Seus irmãos, por exemplo, todos deixaram a escola aos 15 anos. Ele conta que teve uma infância feliz. Sentia-se, porém, um tanto solitário.
"Me sentia um pouco como um peixe fora d'água. Sempre fui uma pessoa com facilidade para os estudos, acabei me tornando um professor em Oxford, e o resto da família não era assim. E eu me perguntava: o que explica isso? E, sendo um geneticista, prestava atenção a essas diferenças", disse em entrevista ao programa Outlook, do Serviço Mundial da BBC.
A primeira de duas descobertas do cientista sobre suas origens ocorreu quando sua filha, Sarah, precisava fazer um trabalho escolar sobre genealogia da família. Eles aproveitaram uma visita aos pais de Nurse em uma cidade no nordeste da Inglaterra para que a menina entrevistasse a avó.
"Ela chamou minha mãe para um canto e começou a entrevistá-la. De repente, minha mãe volta branca como uma folha de papel", lembra.
"A Sarah está me perguntando sobre meus pais. Nunca lhe contei isso, mas sou, na verdade, uma filha ilegítima. Minha mãe me teve com outra pessoa e se casou, posteriormente, com o homem que me criou", disse a mãe de Paul.
E as revelações não pararam por aí. O pai de Nurse tinha um histórico semelhante. Era filho de uma 'mãe solteira' e não conhecia o próprio pai.

terça-feira, 30 de junho de 2015

AS FORMIGAS PRATEADAS CAPAZES DE RESISTIR A TEMPERATURAS DE 70ºC

Ciência e Tecnologia


À primeira vista, elas parecem gotas de mercúrio deslizando lentamente sobre a areia.

Mas esses pontos pequenos e brilhantes que podem ser vistos nas horas mais quentes no deserto do Saara são, na realidade, formigas prateadas.
E o que elas estão fazendo passeando pelas dunas no momento em que os raios de sol estão tão fortes que fazem a temperatura do solo de areia chegar aos 70°C?
Saem para buscar alimentos. E fazem isso precisamente nessas horas para evitar o ataque de predadores.
Insetos assim não costumam sobreviver quando a temperatura corporal supera os 53,6 °C, mas essas formigas conseguem se manter vivas graças a um mecanismo engenhoso que permite que elas permaneçam 'frescas', como descobriu uma equipe internacional de cientistas. O resultado da investigação foi publicado na revista científica Science.
Pelos
O segredo, explicam os cientistas, está na estrutura e organização singular dos pelos das formigas, que permite que elas controlem o espectro solar e reduzam sua temperatura corporal.
Por um lado, o revestimento prateado dos pelos serve para refletir os raios de sol para fora.

segunda-feira, 15 de junho de 2015

AS CORAJOSAS PRIMEIRAS CAMINHADAS PELO ESPAÇO, HÁ 50 ANOS

Ciência e tecnologia: curiosidade

Stephen DowlingDa BBC Future


Há 50 anos, Ed White viveu 23 minutos que foram um marco na história da NASA: ele se tornou o primeiro americano a realizar uma caminhada espacial, quando deixou a nave Gemini 4 e flutuou por dezenas de quilômetros sobre a Terra, em 3 de junho de 1965.
As imagens que ele registrou, pairando serenamente diante de nosso planeta envolto em nuvens, se tornaram algumas das mais reconhecidas da era dourada da corrida espacial.
O passeio de Walker foi a primeira caminhada espacial de um americano, mas ele repetia o feito de um pioneiro ainda mais grandioso: Alexei Leonov, que pertenceu a um grupo de 20 pilotos soviéticos selecionados para se tornarem os primeiros cosmonautas do país.
Leonov realizou a primeira caminhada espacial da história da Humanidade alguns meses antes de White, em 18 de março de 1965.
Momentos de tensão

sábado, 13 de junho de 2015

QUEM SÃO OS ‘SUPER-RECONHECEDORES’, QUE FORMAM A ELITE DA POLÍCIA DE LONDRES

Curiosidade: ciência e tecnologia

Por Madhumita VenkataramananDa BBC Future


Em 28 de agosto de 2014, a adolescente britânica Alice Gross, de 14 anos, desapareceu em Londres. Ela foi vista pela última vez por câmeras de segurança enquanto andava à beira de um canal, sob a chuva, carregando sua mochila preta.
Para encontrá-la, a Polícia Metropolitana de Londres mobilizou 600 homens, na maior operação de busca realizada na cidade desde os atentados de 2005. Mas foi apenas depois de montar o quebra-cabeças das imagens das câmeras que os agentes encontraram o corpo da jovem em um rio, cinco semanas mais tarde. Eles também fecharam o cerco a um suspeito: o pedreiro Arnis Zalkalns, um imigrante da Letônia.
Durante toda a operação, uma equipe especial de dez funcionários da polícia estava sendo testada formalmente pela primeira vez: eram os chamados "super-reconhecedores".
Esse grupo de elite assistiu a milhares de horas de vídeos de má qualidade e imagem granulada e, em poucos dias, conseguiu identificar tanto a vítima como o ainda desconhecido suspeito. Esses agentes puderam ainda mapear com precisão os movimentos da garota e de Zalkalns, de maneira a montar uma linha do tempo e resolver o caso.

sábado, 6 de junho de 2015

MUSEU DO AR E DO ESPAÇO – WASHINGTON, EUA

Cultura: ciência e tecnologia
  

O museu é considerado a mais importante obra da arquitetura moderna de Washington

O Museu do Ar e do Espaço (em inglês: National Air and Space Museum, NASM) do Instituto Smithsoniano é um museu em Washington, D.C., Estados Unidos, e é o mais popular dos museus do Smithsonian. Ele mantém a maior coleção de aeronaves e naves espaciais de todo o mundo. É também um centro vital de pesquisa sobre a história, ciência, tecnologia da aviação e da Terra, assim como ciência terrestre e planetária, geologia e geofísica. Quase todas as espaçonaves e aeronaves em exposição são originais.

Módulo de comando da Apolo XI

O Museu do Ar e Espaço é considerado uma das mais importantes obras de arquitetura moderna de Washington. Devido a proximidade do museu ao Capitólio dos Estados Unidos, a Smithsonian Institution queria que fosse um edifício arquitetonicamente impressionante, mas que não se destacasse contra o Capitólio.